da Folha Online
O Departamento de Energia dos EUA informou nesta quinta-feira estar pronto para liberar petróleo da Reserva Estratégica de Petróleo (SPR, na sigla em inglês) se a Tempestade tropical Gustav afetar o suprimento da commodity no país.
"O Departamento de Energia está monitorando atentamente a situação e está pronto para utilizar toda ferramenta disponível para garantir um suprimento contínuo e confiável de energia no caso de uma interrupção", informou o departamento em um comunicado.
A tempestade Gustav mudou de trajetória durante a noite desta quarta-feira (27) e agora segue para o sudoeste, em direção à Jamaica, e se afasta de Cuba. O diretor de previsões do Instituto de Meteorologia cubano, José Rubiera, afirmou que os atuais modelos de trajetória prevêem que Gustav avance em direção ao canal de Iucatã (entre o México e o oeste de Cuba), sem descartar sua passagem por Pinar del Río ou Havana, Províncias do extremo ocidental da ilha.
O NHC (Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, na sigla em inglês) também se manifestou sobre a tempestade tropical Gustav, e disse ser possível que a mesma alcance a intensidade de furacão ao longo do dia antes de passar por entre Cuba e Jamaica.
Ontem à noite, o governador do Estado da Louisiana (sul), Bobby Jindal, declarou estado de emergência e anunciou planos para começar a remover a população das áreas costeiras antes da chegada da tempestade --que, segundo estimativas dos serviços de meteorologia, deve chegar aos EUA na tarde de segunda-feira (1º de setembro) e pode se tornar um furacão de categoria 3 na escala Saffir-Simpson, que vai até cinco, à medida que se desloque rumo a oeste-noroeste pelas águas do Caribe. As tempestades tropicais se transformam em furacões quando passam de 119 km/h.
A Royal Dutch Shell informou que retirou 300 de seus funcionários de plataformas no golfo do México; a BP (British Petroleum) também anunciou que vai retirar funcionários seus da região --que responde por cerca de um quarto da produção petrolífera americana.
"A SPR é uma garantia crucial para oferecer uma camada a mais de proteção para o povo americano no caso de uma grave interrupção do fornecimento de petróleo", diz o comunicado do departamento.
A reserva foi criada pelo Congresso americano nos anos 70 após o embargo árabe do petróleo, em 1973, e contem cerca de 700 milhões de barris, estocados em abrigos subterrâneos nos Estados de Texas e da Louisiana, no sul do país.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
terça-feira, 24 de julho de 2007
Agência Nacional de Petróleo (ANP) vai rever as contas da Petrobrás referente à Bacia de Campos
* A Agência Nacional de Petróleo (ANP) decidiu rever as contas da Petrobrás referentes ao campo de Marlim, na Bacia de Campos, o maior produtor de petróleo do Brasil.
A medida foi tomada a pedido do governo do Estado do Rio.
Há suspeitas de que a empresa inflou o custo do projeto e vem pagando um valor inferior ao que deveria a título de participação especial, taxa cobrada sobre os campos de alta produtividade.
No ano passado, o Estado do Rio recebeu R$ 3,45 bilhões e, no primeiro trimestre de 2007, R$ 603 milhões.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás- 23/07/2007)
A medida foi tomada a pedido do governo do Estado do Rio.
Há suspeitas de que a empresa inflou o custo do projeto e vem pagando um valor inferior ao que deveria a título de participação especial, taxa cobrada sobre os campos de alta produtividade.
No ano passado, o Estado do Rio recebeu R$ 3,45 bilhões e, no primeiro trimestre de 2007, R$ 603 milhões.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás- 23/07/2007)
terça-feira, 22 de maio de 2007
PETROBRÁS ACEITARIA RECEBER GÁS NATURAL DA BOLÍVIA, EM PAGAMENTO DAS REFINARIAS
* A Petrobras admite receber em gás natural a indenização de US$ 112 milhões pela estatização das refinarias na Bolívia.
"Para nós, gás natural também é dinheiro.
Se propuserem nos pagar dessa forma, iremos analisar", disse o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli.
(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
"Para nós, gás natural também é dinheiro.
Se propuserem nos pagar dessa forma, iremos analisar", disse o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli.
(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
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